Na manhã desta quarta-feira, dia 23, a AMESE, através do seu presidente Sargento Jorge Vieira, esteve presente à Assembléia Legislativa, para mostrar mais uma vez a real vontade da classe militar sergipana, que é a mesma da AMESE, qual seja, a implementação de uma carga horária para a tropa e contrária a GRAE.
Para Vieira, "está mais do que patenteada a vontade da classe militar, quando em assembléia geral, decidiu que quer a definição de uma carga horária, o que foi ratificado em duas enquetes que foram feitas, uma no blog da AMESE e outra no site FAXAJU, onde a maioria esmagadora dos votantes disse querer a definição de uma carga horária. Então não podemos ir de encontro ao anseio da tropa e é por isso que a AMESE é a única associação a se posicionar contra a GRAE e a favor da definição da carga horária como quer nossa classe militar".
Confiram fotos da luta da AMESE na assembléia, mostrando a real vontade dos militares:
AMESE, A ASSOCIAÇÃO QUER DEFENDE A VONTADE DA CLASSE MILITAR.
Sem teatro ou pessoalidade, mas a falta de uma jornada de trabalhada definida só interessa ao patrão e aos oficiais que ganham muito explorando subordinados . Vou dar um exemplo recente:
ResponderExcluirNo dia das crianças, FERIADO NACIONAL, o efetivo foi escalado das 08 às 17h e a contrapartida do Estado foi dois lanches e um crédito de 8 Reais no Green Card .
Deu para entender ?
Dois lanches e 8 reais é muito mais lucrativo que pagar hora extra diferenciada por ser um feriado.
Nem o G Barbosa faz mais isto .
Quer um exemplo do cotidiano ?
Nosso trabalho noturno é 0800 para o Estado.
Aí um senhor de engenho diz: "Mas, os PMs se aposentam com 30 anos".
Então, os escravizados respondem:" Os Coronéis podem se aposentar aos 25 anos de serviço com 20% de acréscimo aos 17 mil reais".
E respondem mais (os escravizados): "quando chegamos aos 30 anos de serviço trabalhamos o equivalente a 50 ou 60 anos e chegamos acabados, hipertensos, abalados, desgastados, vampirizados..."